Recentemente algumas críticas apareceram na internet, tentando denegrir a linha de abordagem das artropatias temporomandibulares seguida no Instituto da ATM. São críticas sem fundamentação científica e sem conhecimento da realidade de quem sofre de processos patológicos complexos e de quem trata essas condições.

Normalmente essas críticas giram em torno:

  • do tamanho do dispositivo intraoral (dimensão vertical);
  • da mastigação com o dispositivo;
  • da falta de oclusão quando se remove o mesmo;
  • e do famoso “como é que ele funciona?“.

Esses são pontos muito interessantes para serem debatidos cientificamente em uma MESA REDONDA, para a qual terei grande satisfação em participar e/ou organizar, gravar em vídeo e transmitir ao vivo. Basta que qualquer um dos renomados críticos, que estejam seguros de sua base científica, se prontifiquem a participar. Até lá, fiquemos com o depoimento dos pacientes tratados no Instituto da ATM, pois rebatem as críticas com suas próprias histórias de vida!

Aos colegas que se interessam pelo tema, convido a participarem do  Congresso de Patologia da ATM 2019!

Confira o depoimento da Cláudia Jiane, que devido a extensão de suas lesões foi indicada para cirurgia da ATM mas que NÃO PRECISOU FAZER, devido justamente à eficiência e eficácia da abordagem neurofisiológica mensurativa, algo fundamental quando o tema é patologia da ATM. Atualmente, Cláudia se encontra de alta do tratamento da ATM e em tratamento ortodôntico para eliminação do dispositivo intraoral, sendo que suas ATM se encontram estáveis com excelente recuperação funcional (monitoradas via ressonância magnética, eletromiografia e outros estudos) e sem dores já ha quatro anos!
Aperte o play e conheça essa história!