Da para dir.: Dra. Cosétti Bonfadini, presidente da ABCM; Dr. Jorge A Learreta; Dr. Antístenes Albernaz, presidente da ABO; Dr. Marcelo Matos, presidente do comitê organizador


> Como saber e controlar, em nível individual, os resultados obtidos com o paciente e diferenciar  uma melhora verdadeira de uma situação de remissão espontânea  ou regressão à média?

> Qual o impacto da ATM nas recidivas ortodônticas? E nas fraturas de próteses normalmente atribuídas à “parafunção”?

> É possível haver regeneração de côndilo após uma “reabsorção condilar idiopática” como as que, por vezes, ocorrem após cirurgia ortognática?

> É possível identificar a causa de uma artropatia?

> Uma osteoartrose pode ser tratada de maneira mais eficiente que apenas antiinflamatórios e placa de michigan para uso noturno?

> UMA ATM PODE SE REGENERAR após uma osteoartrose severa?

> Como uma alteração da ATM afeta as decisões clínicas da ortodontia, prótese, OFM e a reabilitação em geral?

> Quais mecanismos JÁ CONHECIDOS podem estar por trás das dores musculares  persistentes?

> Qual a influência da ATM na prática esportiva e no rendimento de atletas?

Essas questões fazem parte das principais dúvidas e pontos de discussão dos profissionais, especialmente dentistas, que lidam diariamente com as alterações da ATM e quem participou do 25º Simpósio Internacional de Disfunção e Patologia da ATM teve a oportunidade de ver por um prisma diferentes as questões acima mencionadas.
Os mais recentes avanços nesse campo de atuação foram apresentados com a proposta de uma grande mudança de paradigmas que descortina novos horizontes dentra da odontologia.Se você não participou, mas tem interesse em se aprofundar no tema envie seu e-mail de contato para [email protected] que entraremos em contato com você nos próximos eventos.